guia ilustrado
hq
revista
contato
link

GUIA ILUSTRADO DE GRAFFITI E QUADRINHOS
Proposta de uma viagem pelos quadrinhos e graffiti

Através de 4 ensaios (...) o Guia propõe um passeio pelos quadrinhos e graffiti modernos, passando pelos seus antecedentes que remontam à pré-história, e por suas diferentes manifestações até atingirem a forma atual, mostrando que essas linguagens podem ser vistas em vários momentos e em diferentes civilizações de maneiras diversas até adquirirem a configuração contemporânea.

Maria do Carmo de Freitas Veneroso

 

Indice

Graffiti e quadrinhos na história da arte
Piero Bagnariol

Memória em duas dimensões:

Os Caçadores
Há pelo menos 35.000 anos os povos caçadores pintaram ou gravaram desenhos sobre ossos e pedras em diferentes lugares do mundo. A princípio eram signos estilizados, como aqueles contidos no osso de Blanchart, que sugere algum tipo de dispositivo rítmico, talvez as fases da lua. Por meio destas marcas o homem estaria representando um conceito abstrato, neste caso a passagem do tempo. leia mais

Cosmogênese dos signos
Se o contexto em que foram realizadas as pinturas do paleolítico permanece bastante misterioso, a tradição perpetuada pelos povos da África ocidental conserva, até hoje, a história mítica da origem dos signos. Para esses povos o universo teria sido originado a partir de uma palavra, expressão do pensamento de um Deus criador. Do nada, Ele teria feito surgir signos que designavam tudo aquilo que existe. leia mais

O caminho da escrita
Com as mudanças climáticas provocadas pelo retraimento das formações glaciais e a conseqüente melhora nas condições de vida, a população humana conhece, a partir de 7-8.000 a.C., um notável desenvolvimento demográfico. leia mais

Da escrita sagrada à interdição da imagem:

As cidades da Mesopotâmia
Com o surgimento das cidades, a produção pictórica que acompanha os rituais mágico-religiosos passa a ser realizada no perímetro urbano. Um bom exemplo disto pode ser testemunhado no sítio arqueológico de Çatal Huyuk. leia mais
O Egito
O Livro dos Hebreus
Escrita do Oriente

Alvorada no ocidente
:
Os gregos
Roma e Pompéia
Com a realização de retratos, um gênero de pintura já empregado antes pelos egípcios, nobres e ricos romanos exerciam o direito de reproduzir a própria imagem e a de seus antepassados. O emprego público da própria imagem não era prerrogativa de todos. O ius imaginum, o privilégio de exibir uma efígie de cera dos próprios ancestrais no átrio da casa, era concedido apenas às famílias nobres. leia mais

A imagem do homem

O Verbo feito carne
Islã
Idade Média

De autores e assinaturas

Nascimento do Artista
Quadrinhos Maia
As revoluções
Graffiti e HQ

 



 

História recente dos quadrinhos

Fabiano Azevedo Barroso

Comics - os quadrinhos americanos
A história em quadrinhos (HQ), arte que une imagens em seqüência, acrescidas ou não de textos, e que dá ao leitor a ilusão de movimento, não tem data exata de nascimento. Não foi ‘inventada’ de uma hora para outra como, por exemplo, o cinema. Tampouco foi ‘descoberta’ por alguém. leia mais


O início da década de 30 assistiu a uma explosão criativa talvez jamais repetida depois em toda a história da HQ. O tema deixou de ser somente o humor; os autores, talvez por exigência dos syndicates que os agenciavam, passaram a criar histórias que se prolongavam em capítulos, como numa novela
... leia mais

Os quadrinhos europeus
Os Quadrinhos europeus hoje
Os quadrinhos no Japão
Os quadrinhos no Brasil

Apêndice
: História dos quadrinhos em Belo Horizonte

 

História recente do graffiti
Maria Luiza Viana e Piero Bagnariol

Grafite e graffiti

O grafite (ou grafita) é um mineral composto de carbono e usado na fabricação de lápis ou como lubrificante. O termo italiano graffito deriva do latim graphium, um estilete de ferro ou bronze utilizado para escrever sobre tábuas de cera. A forma plural, graffiti, foi empregada a princípio para designar as inscrições gravadas na pré-história e na antiga Roma. leia mais


Graffiti e contestação
Os anos 60 foram marcados por uma intensa efervescência política e cultural em todo planeta. Movimentos juvenis surgem em vários cantos do mundo questionando criticamente as guerras imperialistas, o totalitarismo, a massificação da sociedade industrial, e os tabus culturais e morais. leia mais


Arte, cultura e grafite: anos 60 e 70
No campo das artes plásticas surgem diversas tendências artísticas que questionam a sociedade industrial e de consumo, a propaganda e a cultura de massa. Esses movimentos trazem à tona a questão da arte, seu papel social e sua relação com o mercado e com os espaços institucionais que ela ocupa, como museus e galerias. leia mais
 

Década de 80, Graffiti Art: rumo às galerias
Em Nova Iorque o panorama das artes plásticas nos anos oitenta foi marcado pelo retorno de vários artistas à prática da pintura e pelo reestabelecimento do mercado da arte depois das aventuras neo-conceituais dos anos anteriores. leia mais

A onda nova-iorquina
O movimento Hip Hop
Glossário
Dois casos brasileiros

Apêndice:
Pichação e graffiti
 


Memórias Escritas da Cidade Inscrita

Pedro Portella

O Graffiti esteve presente na humanidade desde seus primórdios, nas cavernas, em forma de pinturas rupestres, e principalmente depois do advento da escrita, nos muros de diversas cidades e, a posteriori, nas revistas surrealistas. A partir de 1920, o graffiti se firmou como uma importante referência na arte moderna, principalmente na pintura e também e na fotografia (Heinz Hajek-Halke, Brassaï, Aaron Siskind, Geraldo de Barros, Kikuji Kawada, Meatyard, Stankowski, Gutman, Bischof, Levitt...). leia mais

A cidade: o autêntico chão sagrado da flânerie
Risco de giz na parede da rua memória
Graffiti e Surrealismo

 

www.graffiti76.com
© graffiti 76% quadrinhos