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Graffiti 76% quadrinhos, nº 11 - Manicômios

Pág. 03 Algorítmo Cotidiano - Fernando Rabelo
Pág. 09 Casa de Orates - Paulo Barbosa
Pág. 18 Ciudad com o cão – Bdocavaco
Pág. 23 Entrevista com Gudson Alves da Silva
Pág. 29 A cores e com uma bala no peito – Fabiano
Pág. 39 Eu fui um erro seu - Marcos Malafaia
Pág. 31 Em casa de incêndio - Silvia Amélia
Pág. 47 Shi o osorenai - Piero Bagnariol
Pág. 53 O rebelde - Alexandre
Pág. 56 Psicofarmacoterapia
Pág. 58 Um prof. produz neuroses - Lucas Nine
Pág. 60 Bacanal de Estrelas – Laz
Pág. 64 O pensador - Marcos Malafaia
Pág. 66 O Homem de Amor - Marcelo de Pádua, JoséCarlos da Silva, Murilo Delfino

Imagens das capas: Servio Sad, Rosângela Souza dos Reis, Gudson Alves da Silva. Imagem da segunda seda: Fernando Martins. Imagem desta página: ‘Atrofía de um emisfério’, incisão de D.J.?Cruveilhier (Firenze, 1835). Agradecimentos: Miriam e José Cesar da FHEMIG, Marta Soares, Tatiana, Isabel Martins, Evaldo Cândido, Regina Lourenço, Ariane Batista da Silva, Denilson, Alexandre do Cersam São Paulo (BH). Fotolito Policrom. 2000 exemplares impressos na Fapi em agosto de 2003.
Como muitos historiadores puderam comprovar, a loucura Marcos Malafaia passou pela história dos tempos de forma muito variada. Antes de ser capturada na noção Pablo Pires de doença mental, de patologia, de exclusão, ela experimentou outras formas de relação com a cultura Rafael Soares, foi vista e ouvida como um saber importante e necessário que podia interferir e até mudar o rumo dos acontecimentos. Há, entretanto Fabiano Barroso, um aspecto que sempre permaneceu constante neste percurso todo, aquele que nos mostra que a loucura Piero Bagnariol sempre foi inevitável para os homens. A história da loucura talvez seja, então, a história de como os homens lidaram com o inevitável Lucimeire Kotsubo. Vamos andar um pouco por esse tempo e acompanhar, se possível, a história.
De: A rua como espaço clinico. Eliane Berger, Adriana Victorio Morettin e Leonel Braga Neto
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