10 anos de Graffiti

2002

A partir de 2002 a Graffiti passa a ser publicada com apoio do Fundo Cultural da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte. Em consideração a este apoio, os editores se voltam para temas sociais que contemplem espaços de exclusão na cidade. Além dos autores que já publicam com certa regularidade na revista a redação procurou, nestes números, abrir espaço para novos quadrinistas e para trabalhos experimentais.

A Graffiti 10 tem os presídios como tema, e inaugura trilogia que trata de presídios, manicômios e rua. Junto ao primeiro número da trilogia é realizada uma oficina de quadrinhos com internos do Centro de Internação Provisória do adolescente – CEIP, do bairro Horto.

Lançada em setembro na livraria Travessa, na Savassi, a Graffiti 10 apresentou uma entrevista com um ex-traficante e ex-presidiário e outra com o chefe de segurança do Centro de Internação do Adolescente de Belo Horizonte. Os autores convidados a participar desta edição trabalharam livremente a partir do tema proposto. Entre as 9 histórias publicadas duas tratam do massacre do Carandiru - uma delas, de autoria de Rogério Marcus (desenhos) e Erick Azevedo (roteiros).

1995
1996
1997
1998
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