10 anos de Graffiti

1998

Apesar de dificuldades com a distribuição, realizada manualmente, a Graffiti continua a circular pelas bancas de Belo Horizonte, Rio e São Paulo. A revista consolida sua linha editorial. A pauta de cada número, a seleção das histórias e as imagens das capas são decisões tomadas pelos membros da redação durante discussões animadas.

Na Graffiti 4 aparecem as primeiras páginas em cor, com histórias assinadas por Valf e por Fabiano Barroso e Fernando Rabelo. A revista continua série musical com Arrigo Barnabé, e realiza interessante entrevista com o quadrinista argentino Muñoz, mestre do preto e branco radicado na Itália. A tradicional festa de lançamento é realizada em novembro na Faculdade de Engenharia da UFMG.

Como no ano anterior, esta edição também é premiada com o HQ Mix pelo projeto gráfico.

No mesmo ano editores da Graffiti promovem, junto ao Estúdio HQ, a III BHQ, evento belorizontino de quadrinhos que alcança, com esta edição, dimensão internacional. A revista participa da programação do Centro de Cultura Belo Horizonte com uma exposição da atividade de quadrinista do artísta plastico Marcos Coelho Benjamin, hóspede da Graffiti 3.

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